«Tenho consciência da responsabilidade do meu cargo e das consequências das minhas afirmações contra os portugueses. Não estarei do lado de nenhuma conferência que venha a ser proposta para perdoar ou reestruturar a dívida à custa dos povos europeus».


«Não creio que seja uma perspetiva entusiasmante para Portugal, Irlanda ou Espanha, que fizeram um esforço bem sucedido e conseguiram resolver os seus problemas. Esses países têm uma dívida grande, mas sustentável. Esses países não querem voltar a passar por esse processo».

«A forma como reagiu às eleições na Grécia veio confirmar que o Governo está mais preocupado em ficar bem na fotografia dos grandes interesses económicos do que em defender os interesses do país».




«Não concordo que fosse uma vantagem para Portugal um tal processo. Espero bem que a Grécia consiga resolver os seus problemas, por isso é que a temos ajudado. Mas o respeito que devemos ao governo grego o governo grego deve aos outros países».


«Os seus compromissos são com quem? Os países devem honrar os compromissos internos e externos. Se os compromissos estão a destruir as condições de vida de quem aqui vive, então a sua responsabilidade moral é renegociar».






«Espelho meu, espelho meu, há alguém mais syrizista do que eu?»









admitindo que «a austeridade está a ganhar menos relevância»

sentir «em dificuldades» com as mudanças

O momento mais «quente» do debate