«É perverso que uma greve que está decretada para valer 10 dias, em nome de salvar a empresa para evitar a privatização, possa pôr em risco a própria empresa. Porque em risco a empresa, e não é no futuro de médio prazo, é no curto prazo».


que já na última greve da TAP tinha utilizado a mesma ameaça

«Quem julga que, impedindo a privatização, está a empurrar com a barriga para resolver o assunto de outra maneira, lá mais para a frente, está muito enganado, porque a TAP terá um problema muito sério muito rapidamente».




em entrevista à TVI