A ligação fluvial entre o Seixal e o Cais do Sodré vai estar suspensa no fim de semana devido a uma obra no edifício do terminal, estando assegurado transporte rodoviário para Cacilhas, onde os utentes podem apanhar o barco para Lisboa.

Por motivo de execução da empreitada de substituição da cobertura do edifício do Terminal Fluvial do Seixal, esta ligação fluvial é suspensa durante o fim de semana”, pode ler-se num comunicado na página da internet da Transtejo/Soflusa.

Segundo a empresa, a oferta de serviço será assegurada através da ligação fluvial de Cacilhas, estando disponível transporte rodoviário entre os terminais fluviais do Seixal–Cacilhas.

No sábado, os autocarros vão circular entre as 07:00 e as 23:00, com uma frequência de 60 minutos, enquanto no domingo está previsto circularem entre as 08:00 e as 22:00, igualmente com uma frequência de 60 minutos.

De acordo com a Transtejo/Soflusa, o título de transporte, válido na ligação fluvial do Seixal, é igualmente válido nas ligações fluviais do Barreiro, Cacilhas e Montijo.

Transtejo cumpre quatro de cinco dias de greve parcial

A Transtejo assegura as ligações fluviais entre o Seixal, Montijo, Cacilhas e Trafaria/Porto Brandão, no distrito de Setúbal, e Lisboa, enquanto a Soflusa é responsável por ligar o Barreiro à capital.

Os trabalhadores da Transtejo cumprem esta quinta-feira o quarto de cinco dias de greve parcial, de três horas por turno, que teve início na segunda-feira e se prolonga até sexta-feira, por verem as suas reivindicações ignoradas pela administração da empresa e pelo Governo.

As reivindicações dos trabalhadores são relativas a este ano e “podem ser suportadas pelos orçamentos da empresa e do Estado”, pelo que a situação entretanto criada pelo chumbo da proposta orçamental e marcação de eleições legislativas “não inviabiliza situações, basta haver vontade do Governo”, referiu o sindicato.

Os trabalhadores da Transtejo, juntamente com os da Soflusa, fizeram várias greves parciais durante este ano, a última das quais em 21 de setembro, devido a falhas nas negociações salariais entre a administração da empresa e os sindicatos, tendo o Ministério do Ambiente reunido igualmente com os sindicatos na tentativa de desbloquear a situação.

/ PF