relatório da Inspeção-Geral de Finanças



“Ou seja, não era expetável que fosse introduzir uma versão diferente dos acontecimentos do que aquela que tem sido veiculada a partir de determinado momento pelo secretário de Estado e da ministra”, explicou o sindicalista.






“É caso para perguntar que competência é que ele tem. Que responsabilidade é que ele tem para continuar no cargo. Só tem uma saída: demitir-se e ser ele também responsável por toda esta situação, não podem ser só os administrativos”, reiterou.


“Determino que, o diretor-geral da AT apure, analise e pondere todos os atos, factos e declarações relevantes dos respetivos intervenientes, e seu enquadramento jurídico, de forma a dar cumprimento à recomendação” da IGF, que defende a instauração de procedimentos disciplinares aos responsáveis pela criação da ‘lista VIP’, afirmou o secretário de Estado.