A taxa de juro implícita dos contratos de crédito à habitação caiu em fevereiro pelo sexto mês consecutivo, atingindo o novo mínimo histórico de 0,853%, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE).

Em fevereiro, a taxa de juro implícita no crédito à habitação desceu 2,0 pontos base face a janeiro e manteve a trajetória descendente iniciada em setembro de 2020.

Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro foi 0,716% (0,744% no período precedente).

Para o destino de financiamento de aquisição de habitação, o mais relevante no conjunto do crédito à habitação, a taxa de juro implícita para o total dos contratos desceu para 0,872%, menos 2,0 pontos base face a janeiro.

Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro para este destino de financiamento fixou-se em 0,710%.

Considerando a totalidade dos contratos, o valor médio da prestação desceu um euro, para 226 euros. Deste valor, 40 euros (18%) correspondem a pagamento de juros e 186 euros (82%) a capital amortizado.

Nos contratos celebrados nos últimos três meses, o valor médio da prestação subiu três euros, para 288 euros.

Em fevereiro, o capital médio em dívida para a totalidade dos contratos subiu 161 euros face ao mês anterior, fixando-se nos 55.447 euros.

Para os contratos celebrados nos últimos três meses, o montante médio do capital em dívida foi de 114.683 mil euros, mais 1.450 euros do que em janeiro.

. / CE