«Eu disse-lhe: Vítor, estou a bordo, mas vamos arrepender-nos»

carta a detalhar as reuniões que teve com membros do Governo e com o Presidente da República,



O resumo da audição em 13 pontos:

indiferente às autoridades

«Era impensável não fazer nada»

reuniões que Salgado teve «ao mais alto nível»

pedir ajuda institucional, «tempo»

insistência do Banco de Portugal

quando assumiu funções, deparou-se com um «mundo novo todos os dias»

resolução do Banco de Portugal

Nem o salário de 2,1 milhões de euros anuais o aliciou

aceitou que o citassem como sénior advisor do GES

«os telemóveis e tablets ficavam à porta, intecetados por um segurança»

«Se não tivesse sido convocado, teria pedido para vir cá»

«Recebi zero, porque fui eu que apresentei a minha renúncia» 

Salgado só lhe telefonou uma vez na vida

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