O Jumbo é o supermercado mais barato do país, segundo o último estudo de consumo da DECO, divulgado nesta terça-feira.

O Jumbo não descola do primeiro lugar. Pelo terceiro estudo consecutivo, revela o nível de preços mais baixo em todo o país, sobretudo graças a uma aposta nas regiões do Litoral. No Interior e nas zonas menos populosas, o Continente e o Continente Modelo marcam a sua superioridade", explica a Associação de Defesa do Consumidor.

A DECO analisou 106.536 preços, 243 produtos e 591 lojas de 70 concelhos de Portugal. Depois de uma primeira triagem, estabeleceu uma segunda e chegou a um cabaz de 142 produtos de marca de fabricante, mas também de marca própria das lojas visitadas.

É que os consumidores procuram-nos cada vez mais, na mira de uma interessante relação entre a qualidade e o preço. Frescos, congelados, mercearia e produtos de higiene pessoal e do lar: tudo cabe no nosso carrinho. Fizemos os cálculos para dois perfis de consumo. De um lado, quem gasta 150€ por mês. De outro, quem vai até aos 400 euros", indica.

A associação fez, por isso, os cálculos para dois carrinhos de compras e "o valor máximo de poupança cabe a Faro e a Lisboa, distritos onde é possível desperdiçar quase 620€ no carrinho com o consumo mais elevado", bastando para tal "escolher a loja errada".

Faro e Lisboa seguem a tendência dos distritos do Litoral mais populosos e comercialmente apetecíveis, onde o Jumbo aposta forte. Esta tendência rende-lhe, pelo terceiro estudo consecutivo, o título de cadeia mais barata. Já nos distritos com menos população, nomeadamente no Interior, onde não existe tanta concorrência e os preços podem atingir valores elevados, destacam-se o Continente e o Continente Modelo."

Na Madeira, em termos globais, quem reina é o Novo Super. Já em São Miguel, nos Açores, as cadeias Solmar e Continente Modelo disputam o pódio, enquanto na Terceira se regista novo empate. Mas, desta feita, os preços mais baixos estão no Continente Modelo e no Guarita.

A DECO disponibiliza um simulador para os consumidores poderem fazer as contas.