Em tempos de pandemia, uma das maiores preocupações dos passageiros e das transportadoras aéreas tem sido a importância do distanciamento social. A alemã Lufthansa pode ter descoberto uma forma de aliar o conforto às medidas de segurança.

A resposta é tornar os assentos em camas, ou melhor, convencer os passageiros a pagar um extra para que se possam esticar horizontalmente durante o voo.

A ideia é que os passageiros que viajam na classe económica possam comprar uma fileira de três a quatro assentos e, em seguida, esticar-se sobre eles, reproduzindo a experiência de uma cama plana de classe executiva. 

Os passageiros recebem um cobertor, travesseiro e uma capa de assento para maximizar o conforto, além de terem prioridade no embarque.

A companhia aérea alemã já começou a testar o novo conceito nos voos de Frankfurt, Alemanha para São Paulo, a partir de 18 de novembro.

Quem esteja interessado em fazer este upgrade da classe económica, pode fazê-lo no check-in ou na porta de embarque, pagando um extra de 217 euros.

O conceito não é novo e já há companhias a apostar no descolar desta nova tendência. A Air New Zealend, por exemplo, apresentou pedidos de patente e marca registada para um novo conceito, o "Economy Skynest" - ninho do céu económico, traduzindo livremente -, que prevê a instalação de seis cápsulas de dormir nas classes económicas.