Cerca de 500 trabalhadores da Groundforce manifestam-se esta quarta-feira em frente à residência oficial do primeiro-ministro para pedir ao Governo que não deixe a empresa cair e que se encontre uma solução para os 2.400 trabalhadores que não recebem desde fevereiro.

"Não deixem cair a Groundforce" é uma das palavras de ordem que os trabalhadores têm usado esta manhã, nesta que é uma das várias manifestações que os trabalhadores têm levado a cabo nos últimos dias.

O protesto acontece dias depois de ter sido conhecido que as negociações entre o acionista maioritário da empresa de ‘handling’ (assistência nos aeroportos), a Pasogal, e a TAP, para um adiantamento de dinheiro que serviria para pagar os salários em atraso e para um empréstimo de 30 milhões de euros, falharam, uma vez que as ações de Alfredo Casimiro já estão penhoradas e não podem ser dadas como garantia.

Ainda não se sabe qual será o futuro da empresa, mas os trabalhadores temem que seja pedida a insolvência da empresa.

Casimiro, ladrão! Groundforce sem um tostão", gritam também os cerca de 500 trabalhadores.

/ HCL