900 milhões de euros (ME) do desastroso investimento em dívida, que está em default

"Está claramente definido no seu relatório e contas que o GES não é parte relacionada da PT SGPS, em nenhuma circunstância, seguindo os critérios do IAS24 (regras contabilísticas internacionais), os que tem que ser seguidos", frisou a PT em comunicado, citado pela Reuters.

"Por isso, na nossa perspetiva, o impedimento de que a PT SGPS venha a recuperar os 897 ME de crédito sob a Rioforte não tem nenhuma possibilidade de ser bem-sucedida", frisou.






Neste comunicado, a PT "sugere que se deveriam centrar esforços é em desfazer legalmente a venda fraudulenta da ESFG (Espírito Santo Financial Group) da ESI à Rioforte - esta sim tem condições para ser bem-sucedida e favorecerá os restantes credores".

"Além do mais, no Luxemburgo só o facto de os créditos serem fraudulentos, como o da ESI resultante de uma venda por preço fora de mercado, é que leva a desconsiderar o crédito", afirmou.

"Mesmo em Portugal nas insolvências, que não de bancos, os créditos de partes relacionadas não são afetados. Só os créditos de quem domina, isto é de quem tem mais de 50 por cento", avisou.