“Julgo que o prazo está próximo do fim, o que significa que estas novas empresas regionais estarão em plena função a partir do início do julho”, sublinhou.


“O que é importante é sabermos se a base jurídica de uma reforma é sólida e não tenho nenhuma razão para acreditar que possa existir algum risco jurídico. Esta é uma reforma que não se faz por razões eleitorais, bem pelo contrário, mas é uma reforma indispensável”, sublinhou.










“É mais uma forma de demonstrar que o nosso objetivo é não só promover a coesão territorial como assegurar que não existe nenhuma centralização em Lisboa”, frisou o governante.


“Todas as CIM do interior manifestaram esse apoio, manifestaram a grande coragem do senhor ministro para, num momento de tanta dificuldade e pré-eleitoral, afrontar um conjunto de interesses que estão instalados onde existe maior número de eleitores e avançar para uma reforma que, não sendo perfeita, significa um grande avanço em termos de justiça e coesão territorial”, afirmou.


“Temos verificado que os órgãos de comunicação social nacionais dão muita voz aos autarcas do litoral, que são contra a reforma, mas dão muito pouca voz àqueles que representam três quartos dos municípios e apoiam esta reestruturação”, salientou.