créditos de 3,929 mil milhões de euros





fazem parte destas sociedades do Estado os bens imobiliários que integravam o BPN, «no valor de 1.314 milhões de euros e líquido de 932 milhões de euros», assim como empresas como a Real Vida Seguros, o Banco Efisa, o BPN Crédito, neste caso com um valor contabilístico de 44 milhões de euros

Juntam-se ainda diversas obras de arte







, escreve a Lusa.

Ainda antes da conclusão da venda do BPN ao BIC - por 40 milhões de euros -, foram transferidos «ativos adicionais no montante de 1.495 milhões de euros», sendo este um valor líquido de imparidades, reconheceu Maria Luís Albuquerque.

A secretária de Estado disse ainda que a venda foi preferível à liquidação porque os custos desta opção seriam superiores, ao mesmo tempo que a venda preserva a estabilidade do sistema financeiro e permite manter pelo menos metade dos antigos trabalhadores do BPN. O BIC comprometeu-se com o Estado a ficar com 750 trabalhadores, mas deverá ficar com pelo menos mil.

A terceira revisão da troika indicou que o Governo vai ter de encomendar uma auditoria ao potencial valor recuperável dos ativos incluídos nas sociedades veiculo do BPN até à quarta revisão do programa de ajustamento.

A revisão disse ainda que os empréstimos da CGD, com garantia estatal, ao BPN seriam gradualmente pagos em dinheiro e ainda que qualquer valor recuperado com os ativos tóxicos do BPN passados para as sociedades veículo seria utilizado imediatamente para pagar à Caixa.

Quanto às ações em contencioso, a secretária de Estado disse que estas não custarão ao Estado mais de 300 milhões de euros.

A nova comissão de inquérito ao BPN arrancou hoje, depois de ter sofrido um adiamento, iniciando, assim, uma nova fase da investigação parlamentar ao banco nacionalizado em 2008.

[Notícia atualizada às 17h00 com mais informação]