"Já o decidimos em Conselho de Ministros", afirmou o governante, quando questionado pelos jornalistas, à margem da 11.ª conferência internacional da Associação Portuguesa de 'Contact' Centers' (APCC), onde fez uma intervenção.

"É assim, de facto", acrescentou.


"Acho que é uma providência cautelar, se me permitem, quase esquizofrénica, contraditória nos próprios termos, Um grupo de cidadãos que acha que a TAP deve ser pública", disse, apontando que este movimento quis "reclamar da ilegalidade de um caderno de encargos que aquilo que se compromete é a manter a TAP como uma empresa com sede em Portugal, com 'hubs' [plataforma] portugueses" e "com um conjunto de obrigações de serviço público".

A TAP, adiantou, "precisa de ser privatizada para poder ser uma empresa competitiva e sustentável e, por isso, de facto, tomámos a decisão que hoje tomámos em Conselho de Ministros", concluiu.






"humildade democrática"


Interessados têm de se manifestar até amanhã