Os resultados são ainda provisórios, mas os partidos com assento parlamentar terão já garantido cerca de 64 milhões de euros para pagar a campanha e prosseguir a atividade partidária durante os quatro anos que aí vêm. As contas são do Jornal de Notícias.

O Estado colocou de lado mais de 8 milhões de euros de subvenção para distribuir pelos partidos que conseguiram um mínimo de 50 mil votos ou um deputado eleito.

O PS, como partido mais votado, fica com a maior fatia, quase 3 milhões e acima do orçamento. O PSD cobre as despesas da campanha à justa, pode receber 2 milhões.

O orçamento do Bloco de Esquerda para a campanha supera a subvenção a que tem direito e o CDS-PP reconhece que a situação económica fica complicada, uma vez que recebe pouco mais de metade daquilo que gastou.

Os outros partidos, com campanhas mais modestas, é que veem as receitas subirem substancialmente. A Iniciativa Liberal prescinde do apoio da campanha, mas aceita a subvenção para apoio à atividade.

E é mesmo para financiar a atividade partidária durante a legislatura e pagar os ordenados aos deputados que vai a fatia maior do bolo.