"Com a privatização parcial, eu sei que a TAP é viável e é estratégica. Sem ela, acho que a ameaça permanente sobre a empresa e sobre os respetivos postos de trabalho pode voltar", afirmou, realçando que não pagaria um "imposto ideológico" no caso da TAP.










"Quer dizer, pela primeira vez nos últimos anos, as pensões mais baixas, nomeadamente as pensões mínimas, as pensões rurais e as pensões sociais vão perder poder de compra. A inflação prevista é claramente maior do que o aumento anunciado", advertiu.




"Em globalização, basta carregar num botão para deslocalizar o investimento. Sem investimento não há crescimento e sem crescimento não há criação de emprego", disse.