comissão de inquérito ao Banco Espírito Santo e ao Grupo Espírito Santo

«Há obstáculos, na prática, de todas as entidades estrangeiras, algumas nem deram sequer resposta aos nossos pedidos, como as comissões de valores mobiliários. Há também resistência do Banco de Portugal na libertação de documentos. Não chegam de uma vez à Assembleia da República. Vão sendo libertados mediante a gestão política que o Banco de Portugal faz»


«Os documentos do Banco de Portugal, em alguns casos, vêm truncados. Há um quadro que traz, curiosamente, uma pequena amostra de crédito vencido, de entidades que não pagaram crédito, e que é dado como prejuízo, alguns em montantes muito significativos, num caso 19 milhões com 100% de imparidades e o nome dessa empresa vem apagado, num relatório do próprio Banco de Portugal»








 «Almunia anda desaparecido»





Conclusões dos trabalhos, até agora



BES: 30 audições, tantas versões

offshores

«A fiscalização e regulação são uma farsa para esconder – ou melhor, tranquilizar depositantes e populações. Permite que, na prática, um grupo económico faça tudo. A fiscalização, por si só, ou o reforço, por si só, não vai resolver o problema das offshores, como se tem vindo a verificar ao longo do tempo. Sucessivamente nos dizem que BPN não ia voltar a acontecer, mas praticamente todo o sistema bancário privário colapsou».