O ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, afirmou esta terça-feira que "vai ter de haver uma prorrogação do contrato" de concessão dos CTT, que termina no final do mês, sem adiantar prazos.

O governante está a ser ouvido numa audição regimental na comissão parlamentar de Economia, Inovação, Obras Públicas e da Habitação.

Estamos a trabalhar com a empresa privada para garantir que o serviço universal [postal] possa continuar nesta fase", acrescentou o ministro.

 

Por razões da crise pandémica vai ter de haver uma prorrogação do contrato até estarmos em condições de fechar no próximo contrato", referiu Pedro Nuno Santos.

Questionado sobre a propriedade privada dos CTT, reiterou: "Não excluímos esse cenário".

Relativamente ao porte pago, Pedro Nuno Santos disse que "tem de estar garantido no futuro do contrato de concessão", salientando que "é um serviço importante" para e imprensa regional e local.

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