"Tivemos candidaturas bem superiores a mil pessoas. Não sei qual é o número final das saídas, vão depender de uma avaliação da adequação operacional das condições com que ficamos depois das pessoas saírem", afirmou aos jornalistas José de Matos, à margem da Conferência "Portugal 2016 - O Futuro do País e das Empresas", a decorrer na Alfândega do Porto.






Contudo, "o mundo não acaba em 31 de dezembro e em 01 janeiro e no ano seguinte haverá mais oportunidades para tratar dos casos que ficaram pendentes", acrescentou.