«Nunca dei instruções a ninguém para ocultar passivos do grupo»

«Participámos a situação às autoridades luxemburguesas. Não foi com a celeridade exigida, mas fomos lá a 21 de março [de 2014]. A nossa primeiríssima prioridade era participar ao Banco de Portugal e foi isso que fizemos, a 3 de dezembro [de 2013]».








«Ninguém se apropriou de um tostão»

alegado esquema de compra de obrigações através da Eurofin

«O objetivo foi dar a proteção máxima dos clientes internacionais. A provisão de 700 milhões de euros foi aplicada ao papel comercial vendida no retalho em Portugal. Foi essa operação que foi realizada. Foi com esse objetivo e ninguém se apropriou de um tostão. Nem na administração, nem na família nem nos quadros diretivos».




A «enorme ofensa diplomática» a Angola

«Colocar a garantia do presidente da República de Angola no banco mau, como produto tóxico, é no mínimo uma enorme ofensa diplomática. A forma da resolução, deixando as ações do banco angolano no banco mau, considerou a garantia dada pelo Governo angolano como um produto tóxico».






«sigilo duríssimo» bancário de Angola

«Era uma situação pavorosa e que ultrapassa tudo e todos», lamentou.