"Poupamos hoje mais de 300 milhões de euros por ano em dinheiro que era dado à Carris, Metro, CP ou outras empresas que só servem Lisboa e Porto e que a partir de 2015 recebem zero. Somos exigentes na forma como gerimos a coisa pública, mas claro que isso traz bastante impopularidade", alegou.


"Vir aqui hoje e ver o contentamento por esta ligação faz-me ter ainda mais força e mais energia para continuar com o programa de reformas que temos, privatizando a TAP para que o Estado não tenha que pagar por ela, privatizando e concessionando a Carris e o Metro, para que não tenha de pagar por eles", apontou.


"Se me cruzar na rua com um sindicalista ele insulta-me. Até à entrada da minha casa, em Lisboa, me foram tentar pressionar, a mim e à minha família. Mas, quando temos certeza das convicções que defendemos e daquilo que aprendemos em criança, porque cresci em Mangualde, no distrito de Viseu, num concelho pequeno que nunca teve transporte público e sei bem as dificuldades com que vivem as populações por não terem transporte público organizado", acrescentou.


"Quarenta e um anos depois da democracia em Portugal, isto é totalmente inaceitável. Por isso, este Governo criou uma lei que transfere para as câmaras municipais a responsabilidade de organizar os transportes públicos", evidenciou.


"A beleza da democracia é dar oportunidades a todos", concluiu.