O director-geral do FMI já se demitiu, pelo que agora é tempo de pensar no seu sucessor. Foi sempre um europeu a ocupar o cargo deixado vago por Dominique Strauss-Kahn. E a União Europeia vai empenhar-se em que continue a ser.

A Comissão Europeia «tomou nota» da renúncia de DSK e diz que é «natural» que a UE chegue a acordo no que toca a um «forte» candidato para estar à frente do FMI, disse a porta-voz Pia Ahrenkilde Hansen.

Daí que Bruxelas vai «intensificar as consultas para sugerir um candidato europeu sólido», mas afiança, segundo a Reuters, que «será a capacidade e não a nacionalidade a determinar quem será a melhor pessoa para o cargo».

A chanceler alemã Angela Merkel defende que deve ser um europeu a continuar à frente do FMI, assim como a ministra francesa das Finanças. Christine Lagarde é, de resto, um dos nomes apontados como uma potencial candidata ao lugar de Strauss-Kahn, assim como Durão Barroso.
Redação / VC