A Media Capital considera que o comunicado da Entidade Reguladora da Comunicação Social (ERC) sobre mudanças na estrutura da TVI é de extrema gravidade.

O grupo Media Capital diz que a ERC, sem ter pedido qualquer esclarecimento, lançou indiscriminadamente na praça pública a suspeita de que a TVI e os seus acionistas teriam praticado um ato ilícito, passível de ser considerado crime.

Também em comunicado, a Media Capital classifica como "bizarra e sem sentido" que a ERC considere que a TVI pudesse perder as licenças e autorizações que lhe permitem estar a emitir, uma vez que todas estas autorizações estão vigentes e legais.

A Media Capital considera que essa apreciação causou danos na imagem do canal, já que nem a TVI nem a os acionistas que controlam a 'holding' praticaram qualquer ato ilícito.

O grupo Media Capital esclarece que é livre de escolher as pessoas para a estrutura dos seus cargos dirigentes e que, de acordo com a lei, dispõe de dez dias para proceder ao registo legal dessas alterações, tempo que ainda decorre. 

A Media Capital considera que o comunicado da ERC lança suspeitas infundadas sobre o grupo e sublinha que não pode ignorar o facto das suspeitas lançadas pela ERC terem sido sustentadas em notícias especulativas e infundadas divulgadas por órgãos de informação que pertencem à Cofina, grupo que manifesta publicamente interesse na compra da Media Capital e considera que a ERC está a ser instrumentalizada pela Cofina.

A Media Capital, uma empresa cotada em bolsa, é detida maioritariamente pela Prisa. Recentemente, cerca de 30%  o capital foi adquirido pela Pluris Investments, detida pelo empresário Mário Ferreira, que aguarda a realização de uma assembleia geral para ver os seus direitos sociais traduzidos em participação na empresa.

Leia o comunicado na íntegra:

Comunicado da Media Capital by TVI24 on Scribd