«Tornei muito claro ao primeiro-ministro que teríamos de o fazer [pedido de resgate] e que esse pedido era algo que me parecia «fatal como o destino».

«Tornou-se claro que se o país não tomasse a iniciativa do pedido de ajuda ela acabaria por nos ser imposta pelos nossos parceiros, creio que seria ainda mais vexante para o país», sublinhou.






«À hora de almoço falei com ele. Não podia manter-se em silêncio, porque estaria a ser de alguma forma conivente com uma inércia que podia ser muito prejudicial».