Se calcularmos a média da rendibilidade a 12 meses de cada uma das classes dos fundos de investimento mobiliários, concluímos que os fundos de acções europeus apresentam o valor mais alto (14,06%), seguido dos fundos de acções nacionais (11,64%) e fundos norte-americanos (7,41%).

Dentro do segmento europeu, os que garantem o maior rendimento são os fundos de acções Finicapital, BBVA Bolsa Euro e Santander Acções Europa, todos com valorizações acima dos 15%, com destaque para a primeira carteira de fundos, que regista um «upside» de 21,98%.

As piores performances a nível das carteiras de fundos de acções europeias pertencem, em primeiro lugar, e com a pior margem, à MG Acções e ao Espírito Santo Acções Europa.

Para os fundos nacionais, as melhores carteiras são a Banif Acções Portugal e Santander Acções de Portugal, ambas com rendimento em torno dos 13%. E, segundo os dados fornecidos pela, Espírito Santo Portugal Acções volta a aparecer no último lugar, seguida da Millennium Acções Portugal.

Finalmente, relativamente ao investimento em acções nos Estados Unidos, as carteiras que prometem um investimento com maior retorno, são o Espírito Santo Acções América, com uma rendibilidade anualizada de 13,30%, seguida da Caixagest Acções EEUA, com uma margem de progressão de 12,08% e a Caixagest Gestão Acções EUA com rendimento a 12 meses de 9,33%.

E aqui a Santander Acções América aparece na pior posição com uma rendibilidade anual de apenas 1,68%, mais de 12 pontos percentuais abaixo da Espírito Santo, líder da classe. Com performance abaixo da média, está também a Acções Global, com um «upside» a 12 meses de 3,66%.
Redação / RPB