Há alguns médicos e enfermeiros não estão dispostos a vacinar-se contra a gripe A, apesar dos profissionais de saúde terem sido considerados um grupo prioritário para a vacinação. Entre as razões da resistência, invocam a falta de garantias no plano científico do fármaco.

Estes receios são considerados infundados pelo presidente do Infarmed, que aponta que a opinião do comité científico da Agência Europeia do Medicamento é positiva.

A Organização Mundial de Saúde também assegura que os ensaios clínicos realizados até agora indicam a segurança da vacina.

A resistência à vacina não é algo que se verifique apenas em Portugal. Em vários outros países as autoridades têm-se deparado com posições semelhantes. De acordo com sondagens recentes, um em cada dois médicos franceses recusa vacinar-se. Em Hong Kong tem-se verificado a mesma situação.

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