Marchesín, Luís Diaz, Saravia e Uribe ficaram de fora do encontro do FC Porto no Bessa, após terem infringido o regulamento interno do clube. Um dos históricos dos dragões, Deco, comentou o incidente que envolveu os quatro sul-americanos.

«É sempre complicado, os jogadores têm de ter um pouco mais de cuidado. Conhecendo o clube, depois de uma derrota e com um jogo no fim de semana é sempre difícil e acaba por haver problemas.  Mesmo não havendo alguma maldade no que os jogadores fizeram. É natural que o clube tome as suas medidas», referiu o ex-internacional português, à margem da apresentação do livro «O futebol com que sonhei», de Luís Freitas Lobo.

O antigo futebolistas defendeu a tomada de posição do emblema azul e branco, recusando entrar em suposições.

«Fácil de ultrapassar no balneário? Não sei, não estou diariamente no clube, não posso dizer o que acontece. São coisas internas. Há um regulamento e quando os jogadores o infringem, o clube tem de tomar atitudes. É óbvio que são jogadores importantes para o clube e tem que se voltar à normalidade», sustentou.

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Por último, Deco falou sobre Soares, jogador que representa e que pertence aos quadros do FC Porto, frisando que não vai forçar a saída do jogador.

«Tem contrato com o FC Porto. Quando os jogadores têm contrato são os clubes que decidem, não são os empresários. Nunca vou forçar, nem tenho poder para isso. Apenas posso apresentar propostas. Os clubes é que compram e vendem», concluiu.

Vítor Maia / Porto