Theo Hernández, Brahim Díaz e Franck Késsie não jogaram ante o FC Porto no Dragão. O francês e o espanhol recuperaram da covid-19 enquanto o costa-marfinense já cumpriu o jogo de suspensão pela expulsão ante o Atlético e estão, por isso, de volta às opções de Pioli para o duelo desta quarta-feira (17h45).

Conceição analisou cada um dos três jogadores influentes na manobra ofensiva e defensiva dos rossoneri.

«O Brahim Díaz é o por 'número 10. Explora o espaço entrelinhas, define muito bem e tem muita qualidade. O Krunic é diferente. O Kessié é o homem mais físico a par do Bakayoko, que não tem jogado tanto, e dá equilíbrio nos duelos. Em termos ofensivos, o Theo é forte na progressão com bola e as permutas que faz com o Leão são muito interessantes. Defensivamente é ela por ela em comparação com os outros laterais. O Calabria também pode jogar à esquerda, já jogou até. São três jogadores que acrescentam assim como os nossos três [Uribe, Díaz e Wendell] acrescentariam e tornariam o grupo mais forte e com mais soluções», referiu, em conferência de imprensa. 

«Jogo de vida ou de morte». O treinador do FC Porto não gosta da expressão e fez questão de frisar que o futebol é «sempre um jogo de vida, de alegria». 

«Os jogos de futebol são sempre de vida, de alegria. Temos de ser inteligentes emocionalmente. Os 15/20 minutos iniciais nestes ambientes são sempre complicados. Temos de saber jogar com isso e entrar da mesma forma ou mais fortes que o adversário. Temos de ter a mesma agressividade e vontade de fazer mal ao adversário. Por vezes temos de meter pausa no jogo. Faz parte da estratégia. Não acho que tenhamos de abordar o jogo pensando que depois com este ou aquele resultado… quando é assim normalmente esse resultado acaba por ser negativo», disse, recusando a ideia de um Dragão cínico em Milão. 

Vítor Maia / Olival, Vila Nova de Gaia