O jogo com o Manchester City deixou marcas na equipa do FC Porto. No início da preparação para a partida com o Tondela, agendada para este sábado, Sérgio Conceição não pôde contar com Jesús Corona.

Na véspera da receção ao emblema beirão, o técnico portista ainda não sabe se poderá contar com o internacional mexicano.

«O Corona ainda não sei se estará na jogo, porque ainda não treinou. Está convocado, mas não sei se estará disponível. A lesão que ele tem melhora substancialmente com o decorrer das horas. Não vai ser fácil, mas estamos aqui para definir o melhor onze», elucidou, em conferência de imprensa.

O treinador dos campeões nacionais voltou a explicar por que razão Luis Díaz foi suplente na partida frente aos «citizens», da Liga dos Campeões.

«Temos de olhar para o desgaste dos jogadores. Essa gestão nunca é feita a pensar num outro jogo, mas no momento dos jogadores. Esse momento tem a ver com a avaliação que fazemos da componente física dos jogadores e da forma dos jogadores. Com o acumular de jogos olhamos para o historial recente de lesões de cada um dos atletas e vemos quem poderá estar mais em risco. O Luis era um jogador em risco», reiterou. 

Em relação ao adversário desta jornada, Conceição elogiou o Tondela, uma equipa que considera «positiva».

«É mais um jogo de campeonato, onde teremos de ser a equipa mais forte para ganhar. É verdade que o Tondela não fez muitos golos, mas é das equipas que mais bolas enviou aos ferros. Vamos ter de ser mais fortes nos vários momentos do jogo e ter uma boa interpretação desses momentos para vencer. O Tondela é uma equipa que gosta de jogar, é uma equipa positiva e vamos ter de ser uma boa equipa para ganhar.

O técnico frisou que está preparado para que a equipa de Ayestarán jogue com uma linha de cinco defesas, à semelhança de outras equipas que defrontou esta época, ou até mesmo de quatro.

«Cada equipa tem a sua dinâmica e temos de estar preparados em função disso mesmo. Há equipas que têm três centrais e dois falsos laterais, outras têm laterais que são mesmo laterais e que não avançam. Outras equipas têm um ala de um lado e um lateral do outro. A dinâmica muda conforme as características dos jogadores. Há equipas que usam um terceiro central que é lateral. Temos de ver a equipa titular para ver as individualidades que têm muitos deles nessa dinâmica. Conhecemos bem as individualidades do Tondela. Não vai jogar o Agra, que é um jogador importante. Acredito que o Tondela não deverá mudar muito a estrutura habitual», atirou. 

 

Vítor Maia / Olival, Vila Nova de Gaia