«Penso que não seria previsível isto acontecer, sobretudo com saída anunciada dos brasileiros (Fernando Pinto, Luís Mor e Michael Conolly). Nada indicava que as coisas iam por aí», disse hoje à Agência Lusa Jorge Lopes.

Numa posição pessoal, uma vez que se encontra de férias, e «longe» dos assuntos do sindicato, o dirigente do SITAVA preferiu não se pronunciar sobre a demissão de Cardoso e Cunha «enquanto não tomar conhecimento de todos os dados».

O Governo anunciou hoje a cessação de funções de António Cardoso e Cunha enquanto Presidente do Conselho de Administração da transportadora, acrescentando, em comunicado, que o afastamento do administrador se justifica «no quadro do processo de reestruturação em curso na TAP».
Redação / Lusa/RPB