«Tudo foi feito na mais completa legalidade e abertura, desde a expedição para Macau de 4,8 metros cúbicos de bagagem, à venda dos carros e às várias festas de despedida», assegura a irmão de Tiago, Inês Guerra Lau, em declarações escritas à TVI

Branqueamento de capitais







«Tinham feito, durante dois meses, festas de despedida, onde estiveram presentes os amigos. Entre os quais pessoas ligadas ao Governo. Encerraram o ano escolar dos dois filhos. Entregaram a casa ao senhorio. Transferiram legalmente as economias para Macau e venderam os carros. Nunca foi segredo que estavam a iniciar uma nova fase noutro lugar», sublinha a irmã de Tiago.



«Quando o detiveram não alegaram absolutamente nada. Sei que parece impossível porque também eu me questionava naquele mesmo dia: como é isto possível? Mas foi. E, até hoje, nenhuma acusação formal. Como pode alguém defender-se sem que antes tenha sido acusado de algum crime?».

Caso acompanhado pelas autoridades portuguesas





«Eu próprio, a propósito de uma deslocação a Timor, tive a oportunidade de falar com várias autoridades locais sobre o assunto».


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