A rainha Isabel II está à procura de um novo diretor de viagens reais. O cargo, que tem um salário de 85 mil libras anuais (cerca de 100 mil euros), implica trabalhar no Palácio de Buckingham 37,5 horas por semana e exige que o funcionário seja capaz de organizar as viagens da rainha e outros membros da família real.

No verão passado, Meghan e Harry, duques de Sussex, foram criticados por viajarem num avião privado sem terem em conta as questões ecológicas e ambientais; neste contexto, reveste-se de especial importância a função do organizador de viagens reais, já que terá de olhar para a eficiência dos meios de transporte em cada deslocação. 

Fonte citada pelo Daily Mail refere que a negociação do valor dos contratos e a escolha das opções de viagem será parte crucial do trabalho do diretor de viagens reais, já que as contas oficiais do Palácio de Buckingham revelaram recentemente que, só ano ano passado, foram gastos 4,6 milhões de libras (5,3 milhões de euros) em viagens.  

A pegada ecológica das viagens da família real também duplicou em 2018, para 3,344 toneladas de CO2. 

O anúncio para diretor de viagens reais sublinha ainda que o papel "é essencial para assegurar que a Casa Real opera e compra serviços de viagem seguros, eficientes, de baixo custo e adequados para as funções oficiais dos membro da família real". 

A imprensa britânica adianta que o atual diretor de viagens reais é Patrick Lacey, que lidera o departamento desde julho de 2011.

/ BC