Paulo Sérgio, melhor marcador do Campeonato da Europa de sub-19, com cinco golos, quer seguir as pisadas de Hugo Viana (Newcastle) e Ricardo Quaresma (Barcelona), seus antigos companheiros no Sporting. O jovem começou a jogar na Picheleira, teve uma primeira desilusão no Benfica, ainda nos infantis, mas renasceu para o futebol de verde-e-branco.

Paulo Sérgio contou ao Maisfutebol os melhores e os piores momentos da selecção no Lietchenstein, onde Portugal foi vice-campeão da Europa. Conta com entusiasmo a espectacular reviravolta na meia-final frente à Áustria (6-3, a.p.), explica o que é que falhou na final com a Itália (0-2) e faz uma análise aos «casos» que a Federação Portuguesa de Futebol qualificou como «inadmissíveis».

Quanto ao Sporting, o jovem avançado fala das suas renovadas aspirações, da importância que a criação da Academia teve para os jovens, da sua relação especial com Quaresma, de Bölöni e ainda de Fernando Santos.

Depois de umas curtas férias no Algarve, Paulo Sérgio apresenta-se esta terça-feira na Academia para regressar ao trabalho na equipa B do Sporting.

Leia toda a entrevista:

Início de carreira de encarnado: «Fiquei desmerecido com o Benfica».

A importância da Academia e uma relação especial com Quaresma: «Tinha Quaresma como um irmão».

As expectativas de Bölöni a Fernando Santos: «Bölöni estava mais atento aos jovens».

Os comportamentos «inadmissíveis» na selecção: «Compreendo-os, mas não foi uma boa atitude».

Melhor marcador no Europeu com cinco golos: «O homem-golo era Hugo Almeida, não era eu».

Futuro da selecção assegurado: «Scolari tem mostrado que aposta nos jovens».

As preferências de Paulo Sérgio: «Totti é um jogador fenomenal».