A TEVA Portugal fez a doação de 50 mil comprimidos de hidroxicloroquina ao Ministério da Saúde, para apoio no combate à pandemia do vírus COVID-19. A entrega foi feita no Laboratório Militar. 

Apesar deste medicamento não ser comercializado pela TEVA em Portugal, a empresa farmacêutica fez todos os esforços no sentido de importar o produto de outro mercado da União Europeia, e poder assim colaborar na resposta a esta pandemia.

O sulfato de hidroxicloroquina, fabricada pela TEVA, está aprovado para o tratamento da malária, lúpus eritematoso e artrite reumatóide. Embora o medicamento ainda não esteja aprovado para uso no tratamento da COVID-19, a sua eficácia contra o SARS-CoV-2 está atualmente a ser alvo de investigação. 

A farmacêutica está também a avaliar o fornecimento global de hidroxicloroquina e da cloroquina para determinar se existem oportunidades adicionais de fornecimento e acesso aos doentes. O grupo está igualmente a tentar obter maiores quantidades de produto, para que este possa ser usado em ensaios clínicos relevantes.

Por sua vez, a Bayer Portugal vai fazer chegar 20 mil embalagens de Bepanthene® Creme até aos profissionais de saúde de 44 unidades hospitalares do Serviço Nacional de Saúde, de norte a sul do país.

Esta iniciativa visa apoiar os profissionais de saúde que têm de fazer uso prolongado de medidas de proteção  individuais (máscaras e óculos de proteção) e que desinfetam frequentemente as mãos, fragilizando a pele. 

Segundo a Bayer Portugal, o Bepanthene® Creme promove a cicatrização e epitelização de feridas ligeiras, podendo também ser usado em várias situações de irritação da pele e nos cuidados da pele seca, áspera ou escamada. Para a farmacêutica, esta medida é uma ajuda aos profissionais de saúde, no tratamento das feridas causadas pelo uso prolongado de máscaras e também no cuidado da pele das mãos, agora sujeita a desinfeções constantes.

Catarina Canelas