Pelo menos 32 pessoas morreram, na Venezuela, por causa do apagão que deixou várias regiões sem energia durante várias horas.

De acordo com a agência Reuters, as mortes foram denunciadas por um médico da organização não governamental Doctors For Health.

Nove dessas pessoas encontravam-se nas salas de emergência.

A falta de energia tem paralisado os blocos operatórios, assim como as salas de tratamento onde os pacientes fazem hemodiálise e quimioterapia.

No entanto, as mortes ainda não foram confirmadas oficialmente pelas autoridades.

Trata-se do pior apagão na Venezuela e que o Presidente, Nicolás Maduro, atribui a uma "guerra elétrica" conduzida pelos Estados Unidos e pelo autoproclamando Presidente interino Juan Guaidó.