«Várias dezenas de árabes israelitas alistaram-se no Estado Islâmico e partiram para os combates [na Síria e no Iraque], dos quais alguns foram mortos, outros presos no regresso a casa ou antes de partir, mas não se trata de um fenómeno generalizado entre os árabes israelitas», disse o ministro à rádio pública.


«Este árabe israelita não tem nada ver com a Mossad nem com qualquer outra instituição ligada à segurança em Israel», disse o ministro.