A Rainha Isabel II prestou este sábado homenagem às vítimas dos atentados do 11 de Setembro perpetrados há 20 anos, bem como àqueles que depois se empenharam na reconstrução, numa mensagem enviada ao Presidente dos EUA, Joe Biden.

Os meus pensamentos e orações - e os da minha família e de todo o país - permanecem com as vítimas, os sobreviventes e as famílias afetadas, bem como com os primeiros intervenientes e socorristas", disse Isabel II por ocasião da comemoração do 20.º aniversário dos ataques da Al-Qaida.

A soberana, de 95 anos, também prestou "homenagem à resiliência e determinação das comunidades que se reuniram para reconstruir" após os ataques, os que mais mortos provocaram da História com cerca de 3.000 mortos, incluindo 67 britânicos.

O hino americano foi tocado durante a mudança da guarda no Castelo de Windsor, a cerca de 40 quilómetros de Londres, para onde Isabel II se retirou durante muito tempo durante a pandemia.

Há vinte anos, o hino dos EUA já tinha sido tocado durante a troca de guarda no Palácio de Buckingham, em Londres, durante uma cerimónia em homenagem às vítimas, que contou com a presença de muitos turistas americanos em lágrimas.

Na altura, a Rainha Isabel II encurtou as férias no seu castelo escocês de Balmoral para assistir a uma missa na catedral de St. Paul na capital britânica, também aberta pelo hino americano, usando um fato de luto e um chapéu preto.

Em 2010, Isabel II visitou o "ground zero", o local dos ataques contra as torres gémeas do World Trade Center em Nova Iorque, e encontrou-se com familiares das vítimas, antes de inaugurar um memorial às vítimas britânicas.

A visita permanece "gravada na (sua) memória", disse hoje Isabel II.

/ NM