O Brasil registou 578 nas últimas 24 horas, superando 550 mil óbitos (550.502) na pandemia, informou hoje o Ministério da Saúde do país.

Em número de casos, o gigante sul-americano contabilizou 18.999 casos nas últimas 24 horas, dado que elevou o total de infeções para 19.707.662 casos.

O estado de São Paulo mantém a liderança absoluta em número de mortes e casos no Brasil, com um total de 137.273 vítimas mortais e 4.003.549 casos confirmados da doença.

Em relação às mortes, o segundo lugar fica com o Rio de Janeiro (58.452), seguido por Minas Gerais (49.869), Paraná (34.502) e Rio Grande do Sul (33.059).

Já em números totais de casos, o segundo lugar é ocupado por Minas Gerais (1.937.490), seguido pelo Paraná (1.366.309), Rio Grande do Sul (1.353.052) e Bahia (1.186.213).

Nesta segunda-feira, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), órgão regulador de mediamentos no Brasil, informou que recebeu a solicitação de autorização temporária de uso emergencial para a vacina contra Covid-19 da empresa chinesa Sinopharm.

O pedido foi apresentado pela empresa Blau Farmacêutica, que representa o laboratório chinês no Brasil.

Segundo a Anvisa, as primeiras 24 horas serão utilizadas para fazer uma triagem do processo e verificar se os documentos necessários para avaliação estão disponíveis. Se houver informações importantes faltando, a agência pode solicitar as informações adicionais ao laboratório.

A vacina da Sinopharm é produzida a partir de um vírus inativado. O imunizante é aplicado em duas doses, com um intervalo de três a quatro semanas entre elas. O produto é recomendado para pessoas acima de 18 anos de idade, de acordo com os dados conhecidos até o momento.

Em maio, o imunizante da Sinopharm foi aprovado para uso emergencial pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 4.163.235 mortos em todo o mundo, entre mais de 194,1 milhões de casos de infeção pelo novo coronavírus, segundo o balanço mais recente da agência France-Presse.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, Índia, África do Sul, Brasil e Peru.

Agência Lusa / JGR