Várias pessoas morreram na noite de sábado no norte do Líbano, junto à fronteira com a Síria, numa operação antiterrorista contra uma suposta célula do grupo extremista Estado Islâmico composta por mais de 15 pessoas, adiantou a EFE.

De acordo com um comunicado das forças de segurança interna (FSI) libanesas, citado pela EFE, depois de terem sido identificados mais de 15 membros da célula e de cercar uma casa onde se encontravam, deu-se um confronto “que levou à morte de todos os terroristas”.

As autoridades não especificaram, no entanto, o total de mortos no confronto, já que segundo fonte militar ouvida pela EFE, ainda decorriam buscas na zona para encontrar os corpos.

A operação aconteceu na região de Wadi-Khaled, na fronteira com a Síria, e começou, de acordo com as FSI, com a identificação dos quatro autores de um ataque armado no final de agosto na cidade de Kaftoun, também no norte do Líbano, onde três civis foram mortos.

Os quatro atacantes, acrescentaram, “são parte de uma célula que trabalha para o Estado Islâmico no Líbano”.

As investigações sobre esse atentado levaram as FSI a “determinar a identidade de todos os membros de um grupo terrorista com mais de 15 pessoas”, três dos quais foram presos há vários dias.

O presidente libanês, Michel Aoun, adiantou em comunicado que na operação as FSI enfrentaram um grupo terrorista “que se tinha infiltrado na região através da fronteira Síria”, conseguindo “eliminar os seus membros e perseguir outros”.

A AFP cita fonte das forças de segurança que adianta que “pelo menos nove membros da grupo foram mortos” na operação, acrescentando que havia outros mortos debaixo dos escombros da casa que as FSI tiveram que dinamitar.

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