O número de vítimas mortais da ingestão de uma “caipirinha” adulterada feita com combustível, nos arredores de Luanda, aumentou para 13, segundo autoridades locais citadas pela imprensa angolana.

O caso ocorrido no bairro da Caop, em Viana, segundo noticia a rádio pública angolana, envolve uma mistura tóxica de bebidas a qual foi dado o nome de "caipirinha do azar", composta por "água do chefe" [bebida artesanal destilada, feita de açúcar e fermento], capassarinho [um fruto com efeito alucinogénio] e combustível JET A1, para aviões.  

Segundo informações recolhidas pela RNA junto da administração do município de Viana, que confirmou a existência de mais duas vítimas mortais a acrescentar ao interior balanço.

As vítimas têm idades entre 14 e 59 anos e entre estas estará o fornecedor dos ingredientes.

A vendedora da bebida já foi detida pela polícia juntamente com três acompanhantes.

Além das 13 vítimas mortais, outras pessoas foram encaminhadas para os hospitais Josina Machel e Capalanca.

O coordenador da Comissão de Moradores, António Costa, adiantou que a bebida provoca sintomas como dor de cabeça, do corpo, enjoos, mal-estar geral, dificuldades para andar, além da perda de visão.

/ RL