A Espanha registou hoje 8.665 novos casos de covid-19, elevando para 3.504.799 o total de infetados até agora, tendo o índice de contágios baixado pelo segundo dia consecutivo, segundo o Ministério da Saúde espanhol.

Os serviços sanitários também notificaram mais 88 mortes atribuídas à pandemia, passando o total de óbitos para 77.843.

O nível de incidência acumulada (contágios) desceu pelo segundo dia consecutivo, tendo passado de 233 (terça-feira) para 230 casos, diagnosticados por 100.000 habitantes nos 14 dias anteriores.

As comunidades autónomas com os níveis mais elevados são as do País Basco (485), Navarra (354), Madrid (393) e Catalunha (288).

Nas últimas 24 horas, deram entrada nos hospitais em todo o país 1.114 pessoas com a doença (1.171 na terça-feira), das quais 291 em Madrid, 215 na Catalunha e 185 na Andaluzia.

Por outro lado, desceu para 9.985 o número de hospitalizados com a covid-19 (10.205), o que corresponde a 7,9% das camas, dos quais 2.316 pacientes estão em unidades de cuidados intensivos (2.331), o que corresponde a 23% das camas desse serviço.

O Boletim Oficial do Estado (correspondente ao Diário da República em Portugal) publicou hoje o regulamento do Ministério da Saúde espanhola que impõe uma quarentena obrigatória de dez dias a todos os passageiros que cheguem da Índia após a sua chegada a Espanha, para evitar a propagação da covid-19 e das suas variantes.

A decisão, que entra em vigor às 00:00 de 01 de maio e estará em vigor durante catorze dias, foi adotada depois se ter verificado nesse país um aumento muito significativo da transmissão da doença nas últimas semanas, com uma elevada mortalidade.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 3.137.725 mortos no mundo, resultantes de mais de 148,6 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 16.973 pessoas dos 835.563 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

/ CE