Mais de 100 pessoas morreram na sequência dos confrontos, que prosseguem esta terça-feira, na cidade de Marawi, no sul das Filipinas, entre o exército e islamitas inspirados pelo grupo extremista Estado Islâmico.

Só na segunda-feira morreram pelo menos quatro rebeldes e dois soldados, detalhou o porta-voz governamental Ernesto Abella, em conferência de imprensa.

Segundo o recente balanço dos confrontos, iniciados há uma semana, foram registadas 104 mortes: 19 civis, 65 extremistas, 17 militares e três polícias.

Na semana passada, o presidente do país anunciou a entrada em vigor da lei marcial na ilha de Mindanau, no sul do arquipélago, após uma nova ofensiva armada do grupo jihadista Maute. 

Rodrigo Duterte deu a entender que os militares têm carta branca para matar e violar.