O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, prorrogou na sexta-feira, por mais um ano, o decreto de "emergência nacional", que vigora desde março de 2015, e que considera a Venezuela uma "ameaça" para a segurança interna norte-americana.

Segundo a imprensa internacional, Barack Obama considera que a situação que levou à emissão inicial do decreto "não melhorou" , já que o governo do presidente Nicolás Maduro "continua a minar as garantias de direitos humanos".

Os Estados Unidos sublinham que a Venezuela continua a registar "perseguições a opositores políticos, restrições à liberdade de imprensa, uso da violência e violações de direitos humanos", com casos de repressão de manifestantes, detenções arbitrárias de cidadãos e corrupção governamental.

O governo de Nicolás Maduro já reagiu à notícia, afirmando que esta ordem executiva é mais uma "agressão" que faz parte de um "legado de ódio".

Este decreto de "emergência nacional" foi assinado pela primeira vez em março de 2015 e acabou por enfraquecer ainda mais os laços entre Washington e Caracas. 

O decreto de "emergência nacional" é uma ferramenta que permite ao presidente dos Estados Unidos aplicar sanções contra um determinado país, sem que estas tenham de ser aprovadas pelo Congresso. .

Redação