A administração norte-americana cometeu um «erro grave» ao recusar fechar o consulado em Benghazi, apesar da deterioração da segurança na Líbia, indica um relatório do Senado sobre o ataque à representação diplomática, em setembro de 2012.

O consulado foi mantido aberto «apesar da incapacidade do governo líbio de assegurar a proteção e do ambiente de ameaça crescente descrito pelos serviços secretos», concluiu o relatório divulgado na segunda-feira.

Quatro norte-americanos, incluindo o embaixador Chris Stevens, foram mortos num ataque ao consulado à Benghazi (leste da Líbia) por grupos fortemente armados em 11 de setembro de 2012.
Redação