Uma noiva norte-americana, de 29 anos, morreu infetada com covid-19 depois de hesitar em tomar a vacina.

Morreu no passado dia 10, depois de ter perdido a capacidade de respirar sozinha, condição que levou a sua família a tomar a difícil decisão de desligar a máquina de suporte de vida. 

A família decidiu, agora, partilhar a sua história para alertar as pessoas para a importância da vacinação.

Samantha Wendell e Austin Eskew namoravam há mais de 10 anos quando decidiram casar e formar uma família.

Depois do pedido de casamento, em 2019, o casal marcou a cerimónia para o dia 21 de agosto de 2021, na igreja Trinity Lutheran, em Lisle, nos EUA, onde os pais da noiva se casaram. 

A jovem de 29 anos estava ansiosa para ser mãe e, por essa mesma razão, quando ouviu a teoria de que as vacinas contra a covid-19 afetavam a fertilidade decidiu adiar a sua toma. 

No entanto, no verão, Samantha mudou de ideias e agendou a vacinação para o fim de julho. Mas seria tarde de mais. Dias antes da imunização, ela e o noivo testaram positivo.

A noiva acabou por ser hospitalizada devido várias complicações. 

Cinco dias antes do casamento, os médicos colocaram-na num ventilador. Contudo, a jovem nunca recuperou a capacidade de respirar sozinha e, a 10 de setembro, a sua família tomou a difícil decisão de desligar a máquina de suporte de vida.

Ela não foi vacinada. Ela estava preocupada com sua fertilidade. A desinformação matou-a", escreveu a prima de Samantha, na rede social Facebook.

O funeral da jovem realizou-se, no sábado, na Igreja Trinity Lutheran, onde ela e o noivo se iam casar.

De acordo com o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças norte-americano, a desinformação fez com que, até 11 de setembro, apenas 25% das grávidas americanas tivessem recebido pelo menos uma dose da vacina.

Redação / IC