"O acordo de Paris para o clima foi adotado. O consenso vai permitir fazer grandes coisas"






O presidente dos EUA, Barack Obama, logo se manifestou no Twitter, classificando o feito como "enorme", uma vez que quase todos os países do mundo estão unidos na mesma meta. 

This is huge: Almost every country in the world just signed on to the  #ParisAgreement on climate change—thanks to American leadership.
— Barack Obama (@BarackObama)  12 dezembro 2015

"O problema não está resolvido graças ao acordo de Paris, mas este define um quadro duradouro de que o mundo precisa para resolver a crise climática. Cria o mecanismo, a arquitetura, para que possamos lidar sempre com este problema de forma eficaz"


A diretora-geral do FMI, por sua vez, classificou o acordo como "um passo crítico para a frente", instando os governos a tornarem as palavras em ações. "É por isso que a minha mensagem chave é um preço justo para o carbono e fazer isso agora."

Portugal congratulou-se com o facto de todos serem chamados a contribuir e reconheceu que as metas são "ambiciosas". 
 

As medidas






O que diz então o texto final, por tópicos:

- Atingir o pico das emissões de gases com efeito de estufa "o mais rapidamente possível



- Manter o aumento da temperatura global "bem abaixo" dos 2ºC e prosseguir os esforços para limitá-la a 1,5º



- Analisar os progressos a cada cinco anos



- Destinar 100 milhões de dólares (90,9 mil milhões de euros) por ano de financiamento para os países em desenvolvimento








Perdas e indemnizações








"Negociar o quê? Não há planeta B!"

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