Este ano, morreram 49 jornalistas, um número que constrasta com os 95 profissionais mortos em serviço em 2018.

A Federação Internacional de Jornalistas congratula-se com estes números, mas afirma que a redução de mortes se deve ao facto de os jornalistas estarem a evitar deslocações para zonas de conflito.

Menos combates no Iraque e na Síria também terão ajudado à melhoria dos números.

O México é a região mais perigosa do mundo para os jornalistas, com dez repórteres assassinados em 2019. Outros países da América Latina registaram, no conjunto, oito profissionais mortos.

Na região Ásia-Pacífico morreram 12 jornalistas e em África foram nove.

/ BC