Passaram quase três meses em alto mar, com fome, sede e acocoradas. De tal forma acocoradas, que sempre que tentavam esticar as pernas ou cometer a ousadia de se levantarem eram espancadas.







“A vulnerabilidade destas crianças não pode ser desvalorizada”, defende o responsável da OIM na Indonésia, Steve Hamilton. “As dificuldades por que passaram em tão tenra idade são de partir o coração”, acrescentou.