No dia 17 de janeiro de 2003, um rapaz de 11 anos encontrou o cadáver de um recém-nascido em Chesapeake, Virgínia, nos Estados Unidos. 

Tinha nevado na noite anterior, o corpo estava congelado e enrolado em dois cobertores. Ainda tinha o cordão umbilical. 

Sem qualquer pista por onde seguir as investigações, a polícia não conseguiu determinar a identidade do bebé. A comunidade e os média locais deram o nome de “Daniel” ao cadáver, na esperança de atrair mais informações sobre o caso que chocou muitas famílias em Chesapeake.

Sem informações fidedignas, o caso ficou por resolver. 

No entanto, no dia 7 de janeiro de 2020, cerca de 17 anos depois de o bebé ter sido encontrado, as autoridades detiveram Melissa Chrisman, uma mulher de 43 anos, por suspeitas de homicídio, abuso  e negligência.

Segundo o canal WTKR-TV, a detenção foi feita depois de uma descoberta durante a análise forense ao corpo da criança.

As autoridades estabeleceram uma ligação entre o ADN encontrado nas roupas do bebé e o de Melissa.

Algumas questões ainda são essenciais para a polícia que acredita que este mistério ainda não está resolvido na totalidade.

Ainda não sabemos como é que a criança foi parar à rua. Não há testemunhas”, disse o detetive James Thomas da polícia de Chesapeake, sublinhando que acredita que quem deixou a criança na rua queria que alguém a acolhesse.

As autoridades ainda não revelaram as provas que as levaram a deter Melissa Chrisman, que teria 24 anos na altura em que o recém-nascido foi encontrado. 

/ HCL