Donald Trump já condenou o atentado que ocorreu em Manchester, Reino Unido, nesta segunda-feira. O presidente dos Estados Unidos, que está em Israel para uma visita de Estado, reagiu à notícia esta terça-feira de manhã.

O líder norte-americano afirmou aos jornalistas, em Jerusalém, que os autores deste ataque são “falhados” e “cruéis”.

"A partir de agora chamo-os de falhados porque é o que eles são. São falhados. (...) Tantas pessoas jovens e inocentes, que estavam a aproveitar a vida, e que foram assassinadas por falhados cruéis." 

Trump expressou a sua solidariedade para com o povo britânico defendeu que não se pode continuar a tolerar este "banho de sangue". O presidente norte-americano vincou que as "nações civilizadas têm de se juntar" para proteger "a vida humana".

"A nossa sociedade não pode tolerar a continuação deste banho de sangue, não podemos tolerar a matança de pessoas inocentes. Neste ataque muitas vítimas eram crianças. (...)Todas as nações civilizadas se devem juntar para proteger a vida humana e o direito sagrado dos nossos cidadãos a viver de forma segura e em paz."

Antes, já a primeira-dama, Melania, tinha reagido, através do Twitter. Melania frisou que os seus pensamentos e orações estão com os familiares das vítimas de Manchester.

Uma explosão após um concerto de Ariana Grande, na arena de Manchester, provocou até agora, segundo o último balanço oficial feito pela polícia, 22 mortos e 59 feridos. A cantora já não estava em palco no momento do ataque. 

Ariana Grande é o ídolo de muitos adolescentes e a maioria do público era, por isso, muito jovem, conforme se pode verificar nas imagens do local que foram partilhadas nas redes sociais.

De resto, sabe-se que há crianças entre as vítimas.

As autoridades britânicas estão a tratar o incidente como um ataque terrorista. Segundo o último comunicado da polícia, as autoridades acreditam que o ataque foi realizado por um bombista suicida que morreu no recinto.