“As lições que foram tiradas do caso Charlie Hebdo e daquilo que se pensava ter sido um reforço da segurança francesa, nomeadamente em matéria de inteligence e dos serviços de informação, não foi suficiente”, disse Seixas da Costa, em entrevista no Jornal das 8 da TVI.

“Pelos vistos, há muito mais em termos de capacidade operativa do Estado Islâmico e em particular daquilo que são uma espécie de tentáculos que o estado Islâmico tem um pouco por toda esta europa.”



“É uma geração que sofre também alguma exclusão, algum desemprego e, de repente, vê no Estado Islâmico uma espécie de poder a que se pode ligar e que, ao mesmo tempo os resgata de uma certa humilhação que parece existir. A França tem o inimigo dentro de si.”